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 MATÉRIAS E
NOTÍCIAS PARA QUEM ADORA
CAIPIRINHA |
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Correio da
Cachaça 11/2008 7th Brazilian Meeting on Chemistry of Food
and Beverages (BMCFB)
(7º Encontro Brasileiro sobre
Química de Alimentos e Bebidas)
De 3 a 7 de dezembro de 2008, como acontece a
cada dois anos, São Paulo irá sediar 7º Encontro Brasileiro
sobre Química de Alimentos e Bebidas (BMCFB). Desta vez, o
encontro será realizado na Escola de Engenharia de
Lorena/USP.
O BMCFB, é um evento de nível internacional
que tem como objetivo promover o desenvolvimento da Química de
Alimentos e Bebidas e sua interação interdisciplinar com as
áreas de Biotecnologia e de Processos. Foi criado por um grupo
de pesquisadores vinculados ao IQSC/USP, FCF/UNESP e FAENQUIL
(atualmente EEL/USP) e, neste ano de 2008, comemora 10 anos de
sua criação.
Entre os temas a serem tratados no evento
estão: bebidas fermentadas e destiladas; alimentos funcionais;
controle de qualidade e análise sensorial. Entre os
mini-cursos, o processo produtivo da cachaça, a cargo dos
Profs. João Bosco Faria - UNESP - Botucatu e Walter Carvalho -
EEL/USP - Lorena.
A organização do BMCFB está a cargo de um comitê composto
por: Presidente: Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva
(EEL-USP) Vice-Presidente: Prof. Dr. Douglas Wagner Franco
(IQSC-USP) Prof. Dr. João Bosco Faria
(FCFAR-UNESP) Prof. Dr. Mauricio Boscolo
(IBILCE_UNESP) Profª. Drª. Rosane Freitas Schwan
(UFLA) Profª. Drª. Alicia de Francisco (UFSC) Profª.
Drª. Helena Maria André Bolini (FEA-UNICAMP).
Mais informações podem ser obtidas no
site www.eel.usp.br/BMCFB
Cachaça em São
João del Rei
A histórica cidade de São João del Rei, que
já teve nos idos do império uma "Rua da Cachaça", realiza nos
dias 11, 12, 13 e 14 de setembro a 2ª edição de sua Festa da
Cachaça. O público poderá eleger a Rainha da Cachaça 2008,
participar de palestras e apreciar as mais variadas marcas de
cachaça, que estarão expostas em um espaço exclusivo, a "Praça
da Cachaça". Neste local, além dos stands dos expositores de
cachaça e de outras delícias mineiras, palco para apresentação
musical de grupos regionais. Mais informações no site:
www.festadacachacamg.com.br
Correio da Cachaça
03/2008
Encurtando a
medida
O deputado federal Paulo Piau
(PP/MG), apresentou proposta de emenda à recente Medida
Provisória do Governo que proíbe a venda de bebidas alcoólicas
nas estradas federais. O deputado quer "encurtar" a Medida,
proibindo apenas a venda de bebidas em doses e permitindo a
venda em garrafas fechadas. Em sua justificativa, o deputado,
afirma que é necessário "evitar um total cerceamento da
atividade comercial dos estabelecimentos que atuam nas faixas
de domínio das rodovias ou de local contíguo à faixa de
domínio com acesso direto às rodovias, pois a forma que está
posto, proíbe-se a venda para condutores e não-condutores.
Pode ser ainda que algum motorista pretenda comprar para
consumir em sua casa".
A emenda é seguinte:
Art. 1º - São vedados, na faixa
de domínio de rodovia federal ou em local contíguo à faixa de
domínio, com acesso direto à rodovia, o oferecimento e a venda
para consumo, no local, de bebidas alcoólicas".
Eventos da Cachaça
Para o 1º semestre deste ano, estão previstos, dentre
outros, os eventos relacionados abaixo.
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MUNICÍPIO
ESTADO |
EVENTO |
DATA
PERÍODO |
REALIZAÇÃO |
CONTATO |
|
Rio de
Janeiro
RJ |
Salão da
Cachaça de Qualidade |
10 à
12.03.08 |
Escala
Eventos |
(21)2493-5828 |
|
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APACERJ |
(21)2178-2315 |
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Sabrina |
|
São João
Del Rei |
4ª Feira
Mineira |
20 à
23.03.08 |
JF |
Roberto
Carvalho |
|
MG |
de
Artesanado |
|
Empreendimentos |
(32)3373-3824 |
|
Sete
Lagoas
MG |
1ª Festa
da |
10 à
13.04.08 |
C&A
Promoções |
(31)3772-3445 |
|
|
Cachaça
Mineira |
|
|
(31)8702-6602 |
|
São
Paulo |
5ª
Brasil |
28 à
30.04.08 |
Exponor
Brasil |
Cristiani
Duarte |
|
SP |
Cachaça |
|
|
(11)3141-9444 |
|
|
|
|
|
(11)9132-9714 |
|
Bom
Despacho |
6ª Feira
da |
09 à
11.05.08 |
IB4
Comunicação e |
(37)3522-3643 |
|
MG |
Cachaça |
|
SESC
LACES |
(37)9967-4390 |
|
Belo
Horizonte |
XI
Expocachaça |
05 à
08.06.08 |
Obra
Prima |
José
Lúcio |
|
MG |
|
|
|
Luis
Vicente |
|
São
Lourenço |
5º
Festival da |
20 à
22.06.08 |
Prefeitura
Municipal |
Thiago
Guimarães |
|
MG |
Cachaça |
|
SERVTUR |
(35)3332-4490 |
|
|
|
|
|
(35)8811-8588 |
Blog
Arte, cultura, variedades,
notícias: acesse o blog do Clube Mineiro da Cachaça e dê sua
opinião: http://clubemineirodacachaca.blogspot.com.br/
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Cidade de Salinas realiza o V Festival Mundial da
Cachaça
SALINAS - Erva Doce, Cubana, Sabor de Minas, Hanavilhana,
Preciosa, Brinco de Ouro, Brinco de Prata, Terra de Ouro,
Canarinha, Seleta, Boazinha, Saliboa, Anísio Santiago e Meia
Lua são algumas das cachaças artesanais produzidas em Salinas,
no norte mineiro, e que os apreciadores poderão degustar e
comprar no V Festival Mundial da Cachaça, que acontece na
cidade de 14 a 16 de julho.
O evento, na praça Dr. João Cardoso de Araújo, deve reunir
15 mil pessoas, seis mil a mais que a edição passada, quando
nove mil visitantes passaram pela festa que reverencia a mais
popular bebida brasileira.
Promovido anualmente pela Associação dos Produtores de
Cachaça Artesanal de Salinas (Apacs), com o apoio do Sebrae em
Minas Gerais, o evento já é um dos principais do calendário
oficial de festivais de cachaça realizados no País.
Lote extra da Havana lançado com
livro

A cachaça Havana,
considerada uma das melhores do mundo e produzida nos
municípios de Salinas e Novorizonte, foi relançada
simbolicamente em Belo Horizonte, durante a Expocachaça 2006,
quando aconteceu também o lançamento do livro ‘O Mito da
Cachaça Havana-Anísio Santiago‘, de autoria de Roberto Carlos
Morais Santiago, neto do criador da cachaça, Anísio
Santiago. Desde 2001 que a cachaça passou a usar o nome
‘Anísio Santiago‘, depois que a empresa européia Havana Club
Holding registrou a marca ‘Havana‘ no Instituto Nacional de
Propriedade Industrial e proibiu qualquer outra utilização
desta marca. Em outubro do ano passado, o juiz Sérgio
Versiane, de Salinas, concedeu liminar para que a família de
Anísio Santiago voltasse a usar o nome Havana. Porém, os
herdeiros decidiram que a marca será usada definitivamente
somente depois de julgado o mérito da ação judicial. Apesar
de Anísio Santiago ter morrido em dezembro de 2002, a família
ainda tem estocado o produto produzido por ele mesmo, em
tonéis, para os próximos 15 anos, dentro da escala de
engarrafamento estabelecida por ele. João Ramos, genro do
criador do produto, ressalta que existe cautela da família em
razão das decisões judiciais que tramitam sobre este
caso. No livro que foi lançado , Roberto Carlos Morais
Santiago mostra que, em 1942, o produtor Anísio Santiago
comprou a Fazenda Havana, na zona rural de Salinas, conhecida
como Serra dos Bois, e começou a produzir a cachaça com esta
marca depois de um ano. Porém, ele sempre manteve um critério
de qualidade nunca descoberto e somente repassado à família. A
cachaça é envelhecida em tonéis de bálsamos por oito anos. O
seu filho, Osvaldo Santiago, assumiu o alambique em dezembro
de 2002, quando Anísio Santiago morreu. Fonte: Jornal Hoje
em Dia, 2/6/2006, página 8. Visite http://www.robertosantiago.blogspot.com/ para saber mais sobre a HAVANA e confira as fotos do
lançamento do livro. www.feiradacachaca.com.br - (38) 3841-2237 -
Msn : sac@feiradacachaca.com.br

3ª
Expocachaça 2005 - O Evento

UMA FEIRA DE SÃO PAULO, PARA O BRASIL E PARA O
MUNDO De 12 a 15 Outubro de 2005 no ITM - Expo
São Paulo - SP
- Av. Engenheiro Roberto
Zucollo, 555.
O grande sucesso alcançado
este ano com a versão mineira da Expocachaça que aconteceu
recentemente em Belo Horizonte, de 01 a 05 de junho do
corrente, ancorando com 8000 m², a convite do Governo mineiro,
a SUPERAGRO – Minas-2005, um evento de 145.000 m² das diversas
cadeias produtivas do agronegócio, com um público de mais 100
mil pessoas, faz com que a versão paulista seja aguardada com
grande expectativa. O momento atual é muito favorável à
cachaça, tanto no mercado interno quanto no mercado
externo. A sua visibilidade, comercialização, promoção e
divulgação têm como principal fator a realização das duas
feiras, que são hoje as maiores e melhores vitrines do
agronegócio da cachaça e permitem uma grande exposição do
produto na mídia, durante o 1º e 2º semestre. Faça logo sua
reserva. Não deixe de participar desse grande evento da
Bebida Mundial do Brasil ! Apoio: http://www.feiradacachaca.com.br/ |
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Samba, Nelore e
Caipirinha: mistura campeã agita noite
paulistana
Uma química explosiva que reúne
gastronomia, cultura e lazer para a cidade de São Paulo vai
balançar a quadra da Império de Casa Verde, a mais jovem
agremiação a se tornar campeã do carnaval paulista, que
contará a história da pecuária nacional e 100 anos da raça
Nelore em 2006. Júnior Marques, vice-presidente da Império
de Casa Verde quer virar o Carnaval 2006 do avesso. E começa
pelo mais arrojado projeto samba-happy da temporada. A quadra
azougue da Zona Norte lança, na próxima quinta-feira, 18, o
Espaço Império Grill -
Nelore
Natural, uma mistura poderosa de samba, carne
nobre, caipirinha e malhação, que vai agitar Sampa durante os
mais de 80 ensaios de preparação da escola para a maior festa
popular do país. A idéia é reunir, no mesmo bordado, a
efervescência dos ensaios da escola com frequência
garantida de celebridades e colunáveis , a melhor
alternativa de passeio e badalação para as noites paulistanas
e o par perfeito para quem quer se divertir: carne saborosa
regada na mais deliciosa caipirinha. Durante os ensaios da
Império de Casa Verde, os camarotes terão atendimento VIP com
churrasco e caipirinha à vontade. "É um ambiente para trazer
toda a família para se divertir", destaca Júnior Marques. No
prato, a Picanha do Panettoni, churrasco a base de carne
Nelore
Natural, muito famosa e apreciada nos
principais leilões de pecuária de elite em todo o Brasil.
"Churrasco é o jeito brasileiro de comer carne. A Picanha do
Panettoni é uma especialidade capaz de deixar qualquer um com
água na boca. Combinação da melhor carne, jeito certo de
cortar, assar e servir. Realmente uma iguaria", reforça o
sambista. No preparo da caipirinha estará Ernesto
Brito, idealizador do site "caipirinha.com.br" e presidente do
Caipirinha Club. "Limão taiti, açúcar, gelo e cachaça branca
de qualidade. Essa simplicidade é que faz a magia de uma
excelente caipirinha. Nesta avant- premiére, serviremos
caipirinha feita com cachaça Ipeguassú artesanal e de
fermentação natural". Brito vai deslocar para a quadra, o
Barmóvel, combinação de balcão, tonel de carvalho e geleira
deslizante sobre rodas. Coisa de cinema.
Anote
aí:
O que: Happy
Hour de pré-lançamento do Espaço Império Grill Nelore
Natural. Quem: Somente para
convidados. Quando: 18 de agosto das 19h30 às 22h30
(ensaios, a partir de setembro, todas as terças, quintas e
sábados). Onde: Quadra da Escola Império de Casa
Verde Av. Engenheiro Caetano Alvarez,
2042. Informações
adicionais: CONTATOCOM Jornalista responsável: Miro
Negrini (MTb 19890/SP) Pabx: 55 [15] 3224-1000 / http://www.contatocom.com.br/
Coordenação: William Parron / E-mail: parron@contatocom.com.br
Atendimento: Aline Cristine / E-mail:
aline@contatocom.com.br |
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Samba, caipirinha e música brasileira na
China
Por Larcy
Helena
Com a visita do
presidente Lula à China, em maio desse ano, as portas para o
turismo chinês ao Brasil abriram-se. O presidente assinou na
China um protocolo de intenções para que turistas chineses
visitem o País. Além da assinatura, foram realizados dois
seminários de turismo na China, que contaram com a presença de
operadores, agentes de viagens, representantes de companhias
aéreas, empresas de eventos, autoridades chinesas e a
imprensa.
No momento,
para que turistas chineses saiam do país é necessário que o
governo chinês conceda a outros países o Status de Destino
Aprovado. Essa concessão ainda não foi dada ao Brasil, mas a
previsão é de que o acordo seja ratificado em novembro, quando
o presidente da China, Hu Jintao, visitará o País. Hoje,
chineses podem visitar o Brasil apenas para negócios através
do convite de um brasileiro. Após a concessão, os chineses
poderão fazer turismo no Brasil.
Turismo chinês
- De acordo com informações do jornal Valor Online, no ano de
2002, 12,6 milhões de chineses visitaram outros países. Desse
contingente, apenas 13 mil tiveram o Brasil como destino.
Ainda segundo o jornal, a estimativa é de que em três anos o
número de turistas chineses no Brasil cresça 70%.
Com o intuito
de atrair turistas chineses e, também, fomentar o comércio
nacional, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China
(CCIBC) estará em Xangai, de 25 a 28 de novembro com um
estande do Brasil, na China International Travel Mart (CITM),
uma das maiores feiras de turismo da Ásia. “Nosso objetivo é
divulgar o Brasil para turistas chineses. Dessa forma, também
iremos fomentar o comércio brasileiro, que é o nosso foco”,
afirmou Richard Liu, gerente executivo da CCIBC.
Para mostrar o
Brasil na China, a câmara chinesa disponibilizará telões que
passarão documentários sobre diversos pontos turísticos
brasileiros. Espetáculos artísticos de dança, mostras
fotográficas e do artesanato brasileiro, exposição de produtos
nacionais e degustação de comidas típicas são outros atrativos
do estande brasileiro. “Queremos que o turista chinês tenha
uma visão completa do Brasil, para que ele possa conhecer as
praias, mas também o Pantanal e nossas metrópoles. Além disso,
é imprescindível que mostremos o melhor da cultura brasileira,
para isso, nada melhor do que música, shows e comida
brasileira, como caipirinha por exemplo, para atrair turistas”
explica Liu.
A feira terá
duração de quatro dias. Nos dois primeiros, apenas
profissionais do setor, como agências de turismo da China,
poderão participar. Nos outros dias, a feira será aberta para
todo o público. Além do Brasil, países do mundo inteiro
estarão na feira para tentar apanhar turistas chineses. Em se
tratando de China, uma pequena parcela dessa população, pode
fazer diferença em qualquer cidade brasileira.
Para maiores
informações sobre a China International Travel Mart, em
Xangai, entre em contato com Camila Trindade, no email mktsp@ccibc.com.br.
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I
Encontro da Cachaça com a Viola e I Festival de Tira-Gosto do
Extremo Sul de Minas
Evento vai reunir
produtores rurais, empresários do setor e empreendedores da
região que vêm na produção da cachaça artesanal um ótimo
negócio para a exportação
A cachaça,
bebida destilada mais consumida no Brasil e a terceira no
ranking mundial, já é reconhecida como um produto de grande
potencial de exportação pelo governo brasileiro, com
perspectivas de aumento significativo nos próximos anos,
gerando ações e incentivos à exportação. O I Encontro da
Cachaça com a Viola do Extremo sul de Minas é um workshop que
vai informar e discutir estratégias para produtores de cachaça
artesanal da região. Estarão presentes técnicos, profissionais
e empresários que fazem da “branquinha” um negócio
lucrativo. O evento organizado pela Estilo Propaganda e
Marketing Ltda., empresa ouro-finense editora do Jornal da
Cidade e do site Ouro Fino Online, conta com o apoio e
parceria da Prefeitura de Ouro Fino, da Associação Comercial,
Industrial e Agrícola de Ouro Fino e Rádio Difusora Ouro Fino.
Na área técnica conta os apoios do Sebrae-MG, da Federação
Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça de
Alambique – FENACA, da Agência de Promoção de Exportações do
Brasil – APEX-Brasil, da Associação Mineira dos Produtores de
Cachaça de Qualidade – AMPAQ, da Cooperativa dos Produtores de
Cachaça de Minas Gerais - Coocachaça, do Programa Mineiro de
Incentivo à Produção de Aguardente, do Sindicato dos
Produtores de Cachaça de Minas Gerais, do Banco do Brasil e do
Clube Mineiro da Cachaça. De acordo com o
diretor comercial da Estilo, Dorival Geraldo dos Santos
Junior, o evento vai reunir produtores de cachaça artesanal,
médios e pequenos produtores rurais – que vêem no plantio da
cana oportunidade de aumento de renda -, empreendedores e
profissionais liberais da região. “O objetivo é
sensibilizar os produtores e os agricultores familiares para a
idéia da cooperação como meio adequado de organização
comercial e incentivar empreendedores a investirem na cachaça
artesanal da região apresentando o quem vem acontecendo nesse
segmento em Minas”, explica Dorival Junior. Outra razão do
evento, segundo relata ele, diz sobre o mercado consumidor que
vem crescendo dia-a-dia e, aumentar a competitividade e a
profissionalização do setor são fatores básicos para poder
ingressar nesse segmento com um produto de qualidade. “A
cachaça artesanal da nossa região é de boa qualidade,
incrementar o desenvolvimento do setor e fomentar a formação
de cooperativas em comunidades onde a cultura da
cana-de-açúcar e a produção de cachaça são fonte de renda e
trabalho para pequenos e médios produtores são os principais
objetivos do I Encontro da Cachaça do extremo sul de Minas”,
completa Dorival. O evento acontecerá nos dias 19 e 20 de
março de 2004, no Hotel Fazenda Menino da Porteira, em Ouro
Fino e pretende englobar a participação de produtores e
empreendedores da cidades de Bueno Brandão, Inconfidentes,
Ouro Fino, Jacutinga, Monte Sião, Borda da Mata, Albertina e
outras. Os organizadores já vem mantendo contatos com
empresas fabricantes de equipamentos para o setor que estarão
expondo seus produtos no local. Com presença
assegurada o diretor executivo da Fenaca, Murilo Albenaz, irá
palestrar sobre o tema: “Competitividade e exportação
da cachaça com base na cooperação.” Na próxima quarta-feira,
dia 4 de fevereiro, estarão sendo divulgados o programa de
palestras que será ministrado pelo Sebrae-MG. Mais
detalhes podem ser obtidos pelo telefone (35) 3441-6214 ou
através do endereço eletrônico: jcidade@hardonline.com.br |
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BEBIDA É
A SEGUNDA MAIS CONSUMIDA NO PAÍS
"Água
que passarinho-nao-bebe", "engasga-gato,"lágrima-de-virgem",
"levanta-velho", "urina de santo", são alguns dos vários nomes
pelos quais a cachaça, bebida tão brasileira, é conhecida no
país. Sua história remonta às primeiras décadas da ocupação.
Sua importância, além de cultural, é econômica e política: o
beber e produzir cachaça invadiu todas as esferas da vida
privada e pública brasileira. Nos idos do século 17, os
jesuítas da Bahia já produziam a então chamada "aguardente de
cana". Demoraria um pouco para que se tornasse conhecida
como cachaça, termo que originalmente designava, nos velhos
engenho, apenas a espuma derivada da primeira fervura do sumo
da cana. Era então bebida de escravos. Nos dias úmidos e
frios, o duro trabalho nos canaviais tornava essencial a
ingestão de uma dose da "dengosa". Era também excelente
lenitivo para cativos adoentados. O trabalho nas Minas
também não se fazia sem a "branquinha", que mantinha aquecidos
os escravos que ficavam horas mergulhados nos rios, lidando
com as bateias. Dizia-se que podiam passar mal-vestidos e
mal-alimentados, mas jamais sem um gole de aguardente.Sua
situação de gênero e primeira necessidade era tão evidente
que, em 1720, na vila de Pitangui, uma revolta quase eclodiu
quando o governo tentou dificultar seu comércio. A cachaça
não só auxiliava a produção, ao manter os escravos laboriosos,
como era essencial para a existência daquela força de
trabalho. Se o tráfico com a África dependida primordialmente
do escambo do tabaco, apoiava-se também na troca da aguardente
brasileira. Tanto assim quem em 1649, quando proibida a
fabricação do "vinho do mel de cana", por atrapalhar o
comércio do vinho português, houve grande reação de todos os
que se beneficiavam do comércio de escravos. Até 1661,
quando o veto foi levantado, a produção permaneceu
estável, contando inclusive com a conivência daqueles
encarregados da administração colonial. O interesse na
produção da "imaculada", destinada inicialmente a acalmar os
ânimos dos escravos e a permitir o afluxo constante dessa
população, foi aos poucos ganhando novos horizontes. A
bebida não mais servia só para aquecer os cativos na lida, mas
a qualquer um que viajasse pelo país quando o tempo era
inclemente. A facilidade da produção e seus baixos custos
faziam dela um gênero de primeira necessidade. A facilidade da
produção e seus baixos custos faziam dela um gênero
democrático. Não era necessário um grande engenho para
produzi-la, bastando uma engenhoca rudimentar. Em qualquer
encruzilhada, havia sempre alguém disposto a vender a
"teimosa"para os transeuntes. No século 19, sua produção e
consumo já estavam tão disseminado e identificados com a terra
que a cachaça tornou-se, então sinônimo de brasilidade. Na
Revolução Pernambucana de 1817, bem como nas lutas de
Independência, brindar com vinho ou outra bebida significava
alinhar-se com o lado português. A situação tornou-se tão
extrema que, em certos lugares, não beber era considerado
pouco patriótico. Nas guerras Cisplatina, do Paraguai e de
Canudos, recomendava-se a ingestão de "januária"com pólvora,
um santo remédio para a falta de coragem. A cachaça,
surgida como remédio contra o frio e a umidade, foi aos poucos
ganhando outros usos. A farmacopéia popular, misturando-a a
todo tipo de ervas, recomenda seu uso para um sem número de
doenças: picadas de cobra, reumatismo, sífilis, maleita e
outras. Até mesmo para o vício da bebida dizia-se ser ela
eficaz: ao bebedor renitente, nada como aguardente com caldo
de coruja ou areia de cemitério. A "moça-branca" não
ficaria de fora de um dos aspectos mais importantes da vida do
brasileiro: a religião. No Candomblé sua presença e constante,
especialmente nos despachos. O catolicismo não foi menos
influenciado pela "pindaíba". O folclorista Melo Morais Filho
registrou sua presença em um auto do ciclo de Natal, chamado
"Baile da Aguardente". São Benedito era catado nas trovas
populares com o "santo preto, que bebe cachaça e ronca no
peito". A invenção da "friinha" chegou a ser creditada a
São Pedro. Santo Onofre, São Plácido, São Martinho e São
Jorge, desgostosos de estarem alheios ao ritual da cachaça,
tornaram-se dedicados padroeiros. Se as misturas da
"geribita" podiam curar tudo, conseguiram também apagar o
estigma com que nascera, de ser bebida de pobre. O licor de
jenipapo, bebida digna dos sobrados, fazia-se pela combinação
da fruta com o "espírito". No século 19, em casa de um
engenheiro inglês, servia-se uma mistura de aguardente,
açúcar, limão, canela e vinho do Porto. Os bares do Reino, no
começo do século vinte, Acostumaram-se a servir "uma patrícia
com botões dourados", ou seja"parati"com gotas de Bitter ou
Fernet. Não a toa, hoje, bar que se preze serve da boa
caipirinha: a deliciosa mistura de cachaça, limão e
açúcar.
Mônica Duarte Dantas (especial para a Folha de
São Paulo) |
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CAIPIRINHA GARANTIDA POR LEI ABAIXO, PUBLICAMOS O DECRETO LEI
QUE REGULAMENTA A CAIPIRINHA
Decreto nº 4.072,
de 3 de janeiro de 2002
Dá nova redação aos arts. 81,
91 e 93 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 2.314,
de 4 de setembro de 1997, que dispõe sobre a padronização, a
classificação, o registro, a inspeção, a produção e a
fiscalização de bebidas. Revogado pelo Decreto nº 4.851, de
2.10.2003.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da
atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, da
Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 8.918 de
14 de julho de 1994, DECRETA:
Art. 1º Os arts. 81,
91 e 93 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 2.314, de 4 de
setembro de 1997, passam a vigorar com a seguinte
redação:
"Art.
81.
.......................................................
§
4º Caipirinha é a bebida típica brasileira, exclusivamente
elaborada com Cachaça, limão e açúcar.
§ 5º O limão de
que trata o § 4º poderá ser adicionado na forma desidratada."
(NR)
"Art. 91. Aguardente de Cana é a bebida com
graduação alcoólica de trinta e oito a cinqüenta e quatro por
cento em volume, a vinte graus Celsius, obtida de destilado
alcoólico simples de cana-de-açúcar ou pela destilação do
mosto fermentado de cana-de-açúcar, podendo ser adicionada
de açúcares até seis gramas por litro.
§ 1º Cachaça é a
denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida
no Brasil, com graduação alcoólica de trinta e oito a quarenta
e oito por cento em volume, a vinte graus Celsius e com
características sensoriais peculiares."(NR)
"Art. 93.
Rum, Rhum ouRon é a bebida com a graduação alcoólica de trinta
e cinco a cinqüenta e quatro por cento em volume, a vinte
graus Celsius, obtida do destilado alcoólico simples de
melaço, envelhecido ou da mistura dos destilados de caldo de
cana-de-açúcar e de melaço, envelhecidos total ou
parcialmente, em recipiente de carvalho ou madeira,
conservando suas características sensoriais
peculiares.
§ 1º O rum deverá conter no mínimo trinta
por cento de destilados alcoólicos envelhecidos empregados na
sua elaboração, por um período não-inferior a um ano,
expressos em álcool anidro.
§ 2º O produto poderá ser
adicionado de açúcares até uma quantidade máxima de seis
gramas por litro.
§ 3º Será permitido o uso de caramelo
para correção da cor e de carvão ativado para a
descoloração.
§ 4º O coeficiente de congêneres não
poderá ser inferior a quarenta miligramas e nem superior a
quinhentos miligramas por cem mililitros em álcool
anidro.
§ 5º O rum poderá denominar-se:
I - rum
leve (light rum), quando o coeficiente de congêneres da bebida
for inferior a duzentos miligramas por cem mililitros em
álcool anidro; II - rum pesado(heavy rum), quando o
coeficiente de congêneres da bebida for de duzentos a
quinhentos miligramas por cem mililitros em álcool anidro,
obtido exclusivamente do melaço; III - rum envelhecido ou
rum velho, que é a bebida que tenha sido envelhecida, em sua
totalidade, por um período mínimo de dois anos."
(NR)
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data
de sua publicação.
Brasília, 3 de janeiro de 2002; 181º
da Independência e 114º da República.
FERNANDO HENRIQUE
CARDOSO Márcus Vinicius Pratini de Moraes Publicado no
D.O.U. 4.1.2002 |
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PINGA ARTESANAL, PASSO A
PASSO
1 - A cana-de-açúcar é moída em um
equipamento similar àqueles de caldo de cana, vistos nas
feiras livres
(quanto mais doce a cana, melhor).
2 - A garapa é
levada ao cocho de fermentação, onde passa uma noite
fermentando sem ajuda de produtos químicos.
3 -
Já fermentada, a garapa chega ao alambique propriamente dito,
onde será fervida por seis horas, vaporizando
4- O
vapor escoa pelo capelo (parte superior do alambique) até uma
serpentina
5- Na serpentina, o vapor volta à forma
líquina, já pinga, saindo em uma bica direto para o barril,
onde fica até alcançar o teor alcoólico de 20 graus.
6-
Descartam-se os primeiros e últimos 10% da destilação e a
cachaça já esta pronta para ser servida e
comercializada.
Mônica Duarte Dantas (especial
para a Folha de São Paulo) |
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| VEREADOR ANTONIO GOULART TEM A MAIOR
COLEÇÃO DE CACHAÇA DO BRASIL.
Antonio Goulart (PMDB) é vereador da
cidade de São Paulo e tem um hobby muito especial: há 30 anos
ele é apreciador da Cachaça, tendo em sua coleção,
aproximadamente 27 mil garrafas, compondo 6.500 marcas
diferentes da bebida. Tudo começou quando o
vereador era proprietário de bar: "Guardei aleatoriamente
algumas marcas com nomes curiosos. Quando me dei conta, tinha
uma quantidade enorme, e passei a guardá-las como hobby",
conta Goulart. Em sua coleção há cachaças com mais de 80
anos de fabricação e marcas raras, como a Pixinguinha, de
Duque de Caxias, no Rio de Janeiro; Democrata, de Maroim, em
Sergipe e a exclusivíssima Pelé. "apenas dois colecionadores,
no mundo todo, têm essa marca e eu tenho a honra de ser um
deles". Para 2003, Goulart planeja
abrir oficialmente o Museu da Cachaça Goulart para apresentar
ao público, apreciador ou apenas admirador, mais sobre a
cultura brasileira, já que a cachaça faz parte da história do
país, desde a época dos escravos e dos
engenhos. vereadorgoulart@ig.com.br
Assessoria de Imprensa Fábio Itasiki - Mtb
25.419 Celular: (11)
9656-9935 |
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ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE A CACHAÇA.
Não
cheire antes a cachaça, pois o cheiro da cachaça pura dá tanta
água na boca, que na hora de tomá-la ela já não será mais
pura. Para saber se a cachaça é pura,
posicione a garrafa contra a luz. O líquido deve ser
transparente. Vá adiante no teste da qualidade e sacuda a
garrafa. A espuma que se formar deve desaparecer após 30
segundos. Um copo de cachaça,
com aproximadamente 300 ml, tem quase 700
calorias. A cachaça tem mais de 150 significados
no dicionário Aurélio. Entre os mais inusitados:
água-de-briga, borbulhante, cotréia, dindinha,
filha-de-senhor-de-engenho, jinjibirra, marafo, patrícia,
xinapre, zuringa. O Decreto 4.702/02 assinado pelo
Presidente Fernando Henrique Cardoso, determina que só é
denominada cachaça a bebida fermentada de cana produzida no
Brasil.
Números da
branquinha nacional
- Produz-se 1,3 bilhões de litros/ano
de caninha - Minas Gerais produz 180 milhões de
litros/ano - Em 2001, o Brasil exportou mais de 11 milhões
de litros - 60 países importam a pinga
brasileira
DADOS DE MERCADO - Resultados de
2001
- PRODUÇÃO / CONSUMO - 1,3 Bilhão De Litros,
Gerando Receita De Cerca De Us$ 500 Milhões. Este Número
Vem Se mantendo Estável Nos Últimos Anos.
EXPORTAÇÕES:
- 2001: 11.1 Milhões/Litros / Us$
9 Milhões - 2000: 9
Milhões/Litros / Us$ 8,5 Milhões - Crescimento Médio Nos Últimos Anos:
10% / Ano - Projeção Para 2002: 12.2 Milhões/ Litros -
Projeção Até 2010: 42 Milhões/ Litros / Us$ 30
Milhões
( Fonte: PBDAC - Programa Brasileiro De
Desenvolvimento Da Cachaça) |
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YPIOCA NEGOCIA EXPORTAÇÃO
PARA A RÚSSIA
Fonte :
Investnews - Gazeta Mercantil
O paladar
russo recebeu bem o sabor da cachaça cearense Ypióca,
exportada em caráter experimental para aquele país em setembro
do ano passado. Poucas semanas após o embarque,de cerca de 20
mil litros, uma empresa sediada em Moscou, a SDLGelfa Company,
solicitou contrato para distribuir com exclusividade, por pelo
menos três anos,o produto, conforme a diretora-comercial
do grupo Ypióca,AlineTelles. A Ypióca é a maior fabricante,
considerando apenas produção própria, de aguardente do País,
com capacidade instalada para 80milhões de litros/ano. A
meta da Ypióca é enviar, pelo menos, 60 mil litros a cada ano
para a Rússia. De acordo com Aline Telles, no entanto, o
volume é uma questão E não deve entravar a negociação- o grupo
cearense e o importador já têm agendada participação conjunta
em uma feira internacional( Prodex) em Moscou, prevista para
fevereiro. Vendas de versões diferentes, segundo Aline Telles,
devem ser exportadas para a Rússia várias versões da
Ypióca. Até o final do ano passado,a empresa, com tradição
de 156anos no mercado, tinha um portfólio com nove variações -
de embalagens de envelhecimento - da marca Ypióca;
quatro versões com o rótulo Sapupara; outra bebida feita a
partirdo caju (Acayú); caipirinhas prontas em três sabores; a
catuaba e a Cachaça Rio, concebida exatamente para a
exportação. O grupo também atua na produção de embalagens(PET,
PVC e papelão) e nos ramos da agricultura e pecuária. A
iminente consolidação do mercado russo faz parte de uma
estratégia relativamente antiga da Ypióca para colocar sua
marca no mercado internacional. A primeira experiência ocorreu
em 1968, com embarques para a Alemanha - considerado, hoje, o
maior consumidor europeu de aguardente. Desde então, o grupo
cearense vem participando ativamente de feiras
internacionais de alimentos e bebidas e, por conta desse
esforço, tem hoje uma carteira
com 22 países
importadores. Investida na Austrália Destacam-se
entre os importadores Chile,Argentina, Estados Unidos, países
do leste europeu, Israel,Índia, China, Japão, Grécia e
Cingapura.A mais nova investida da Ypióca,segundo Aline
Telles, é a Austrália. "Em dezembro realizamos
embarques,alguns via aérea, porque eles manifestaram pressa em
ter o produto para as festas do Ano Novo",disse Segundo a
diretora da Ypióca, a aceitação da cachaça brasileira é muito
boa no exterior, apesar do preço relativamente alto para o
consumidorfinal - chega a custa até US$ 35 o litro. "A
caipirinha já é um símbolo brasileiro, como o samba ou o
carnaval. Várias publicações especializadas a consideram o
drink deste novo século", comenta. A Ypióca atualmente reserva
3% da sua produção para exportação. A meta da empresa para
este ano é aumentaras vendas para o mercado externo em
40% . |
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