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 MATÉRIAS E NOTÍCIAS
PARA QUEM ADORA
CAIPIRINHA |
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Correio
da Cachaça
03/2008
Encurtando a medida
O deputado federal Paulo Piau (PP/MG),
apresentou proposta de emenda à recente Medida Provisória do Governo
que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas estradas federais. O
deputado quer "encurtar" a Medida, proibindo apenas a venda de bebidas
em doses e permitindo a venda em garrafas fechadas. Em sua
justificativa, o deputado, afirma que é necessário "evitar um total
cerceamento da atividade comercial dos estabelecimentos que atuam nas
faixas de domínio das rodovias ou de local contíguo à faixa de domínio
com acesso direto às rodovias, pois a forma que está posto, proíbe-se
a venda para condutores e não-condutores. Pode ser ainda que algum
motorista pretenda comprar para consumir em sua casa".
A emenda é seguinte:
Art. 1º - São vedados, na faixa de
domínio de rodovia federal ou em local contíguo à faixa de domínio,
com acesso direto à rodovia, o oferecimento e a venda para consumo, no
local, de bebidas alcoólicas".
Eventos da Cachaça
Para o 1º semestre deste ano, estão previstos, dentre outros, os
eventos relacionados abaixo.
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MUNICÍPIO
ESTADO |
EVENTO
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DATA
PERÍODO |
REALIZAÇÃO
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CONTATO
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Rio de
Janeiro
RJ |
Salão da
Cachaça de Qualidade |
10 à
12.03.08 |
Escala
Eventos |
(21)2493-5828 |
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APACERJ |
(21)2178-2315 |
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Sabrina |
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São João Del
Rei |
4ª Feira
Mineira |
20 à
23.03.08 |
JF |
Roberto
Carvalho |
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MG |
de
Artesanado |
|
Empreendimentos |
(32)3373-3824 |
|
Sete Lagoas
MG |
1ª Festa da
|
10 à
13.04.08 |
C&A
Promoções |
(31)3772-3445 |
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Cachaça
Mineira |
|
|
(31)8702-6602 |
|
São Paulo |
5ª Brasil
|
28 à
30.04.08 |
Exponor
Brasil |
Cristiani
Duarte |
|
SP |
Cachaça |
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(11)3141-9444 |
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|
|
(11)9132-9714 |
|
Bom Despacho |
6ª Feira da
|
09 à
11.05.08 |
IB4
Comunicação e |
(37)3522-3643 |
|
MG |
Cachaça |
|
SESC LACES |
(37)9967-4390 |
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Belo
Horizonte |
XI
Expocachaça |
05 à
08.06.08 |
Obra Prima |
José Lúcio |
|
MG |
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|
Luis Vicente |
|
São Lourenço |
5º Festival
da |
20 à
22.06.08 |
Prefeitura
Municipal |
Thiago
Guimarães |
|
MG |
Cachaça |
|
SERVTUR |
(35)3332-4490 |
|
|
|
|
|
(35)8811-8588 |
Blog
Arte, cultura, variedades, notícias:
acesse o blog do Clube Mineiro da Cachaça e dê sua opinião:
http://clubemineirodacachaca.blogspot.com.br
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Cidade de Salinas realiza o V Festival Mundial da Cachaça
SALINAS - Erva Doce, Cubana, Sabor de Minas, Hanavilhana, Preciosa,
Brinco de Ouro, Brinco de Prata, Terra de Ouro, Canarinha, Seleta,
Boazinha, Saliboa, Anísio Santiago e Meia Lua são algumas das cachaças
artesanais produzidas em Salinas, no norte mineiro, e que os
apreciadores poderão degustar e comprar no V Festival Mundial da
Cachaça, que acontece na cidade de 14 a 16 de julho.
O evento, na praça Dr. João Cardoso de Araújo, deve reunir 15 mil
pessoas, seis mil a mais que a edição passada, quando nove mil
visitantes passaram pela festa que reverencia a mais popular bebida
brasileira.
Promovido anualmente pela Associação dos Produtores de Cachaça
Artesanal de Salinas (Apacs), com o apoio do Sebrae em Minas Gerais, o
evento já é um dos principais do calendário oficial de festivais de
cachaça realizados no País.
Lote extra da Havana
lançado com livro

A cachaça Havana,
considerada uma das melhores do mundo e produzida nos municípios de
Salinas e Novorizonte, foi relançada simbolicamente em Belo Horizonte,
durante a Expocachaça 2006, quando aconteceu também o lançamento do
livro ‘O Mito da Cachaça Havana-Anísio Santiago‘, de autoria de
Roberto Carlos Morais Santiago, neto do criador da cachaça, Anísio
Santiago.
Desde 2001 que a cachaça passou a usar o nome ‘Anísio Santiago‘,
depois que a empresa européia Havana Club Holding registrou a marca
‘Havana‘ no Instituto Nacional de Propriedade Industrial e proibiu
qualquer outra utilização desta marca. Em outubro do ano passado, o
juiz Sérgio Versiane, de Salinas, concedeu liminar para que a família
de Anísio Santiago voltasse a usar o nome Havana. Porém, os herdeiros
decidiram que a marca será usada definitivamente somente depois de
julgado o mérito da ação judicial.
Apesar de Anísio Santiago ter morrido em dezembro de 2002, a família
ainda tem estocado o produto produzido por ele mesmo, em tonéis, para
os próximos 15 anos, dentro da escala de engarrafamento estabelecida
por ele. João Ramos, genro do criador do produto, ressalta que existe
cautela da família em razão das decisões judiciais que tramitam sobre
este caso.
No livro que foi lançado , Roberto Carlos Morais Santiago mostra que,
em 1942, o produtor Anísio Santiago comprou a Fazenda Havana, na zona
rural de Salinas, conhecida como Serra dos Bois, e começou a produzir
a cachaça com esta marca depois de um ano. Porém, ele sempre manteve
um critério de qualidade nunca descoberto e somente repassado à
família. A cachaça é envelhecida em tonéis de bálsamos por oito anos.
O seu filho, Osvaldo Santiago, assumiu o alambique em dezembro de
2002, quando Anísio Santiago morreu.
Fonte: Jornal Hoje em Dia, 2/6/2006, página 8.
Visite
http://www.robertosantiago.blogspot.com/
para saber mais sobre a HAVANA e confira as fotos do lançamento do
livro.
www.feiradacachaca.com.br
- (38) 3841-2237 -
Msn :
sac@feiradacachaca.com.br

3ª
Expocachaça 2005 - O Evento

UMA FEIRA DE SÃO PAULO, PARA O
BRASIL E PARA O MUNDO De 12 a 15 Outubro de 2005 no ITM - Expo
São Paulo - SP
- Av.
Engenheiro Roberto Zucollo, 555.
O grande sucesso alcançado este ano
com a versão mineira da Expocachaça que aconteceu recentemente em
Belo Horizonte, de 01 a 05 de junho do corrente, ancorando com 8000
m², a convite do Governo mineiro, a SUPERAGRO – Minas-2005, um
evento de 145.000 m² das diversas cadeias produtivas do agronegócio,
com um público de mais 100 mil pessoas, faz com que a versão
paulista seja aguardada com grande expectativa. O momento atual é
muito favorável à cachaça, tanto no mercado interno quanto no
mercado externo. A sua visibilidade, comercialização, promoção e
divulgação têm como principal fator a realização das duas feiras,
que são hoje as maiores e melhores vitrines do agronegócio da
cachaça e permitem uma grande exposição do produto na mídia, durante
o 1º e 2º semestre. Faça logo sua reserva. Não deixe de
participar desse grande evento da Bebida Mundial do Brasil
! Apoio: http://www.feiradacachaca.com.br/ |
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Samba, Nelore e Caipirinha: mistura
campeã agita noite
paulistana
Uma química explosiva que reúne
gastronomia, cultura e lazer para a cidade de São Paulo vai balançar
a quadra da Império de Casa Verde, a mais jovem agremiação a se
tornar campeã do carnaval paulista, que contará a história da
pecuária nacional e 100 anos da raça Nelore em 2006. Júnior
Marques, vice-presidente da Império de Casa Verde quer virar o
Carnaval 2006 do avesso. E começa pelo mais arrojado projeto
samba-happy da temporada. A quadra azougue da Zona Norte lança, na
próxima quinta-feira, 18, o Espaço Império Grill -
Nelore
Natural, uma mistura poderosa de samba, carne
nobre, caipirinha e malhação, que vai agitar Sampa durante os mais
de 80 ensaios de preparação da escola para a maior festa popular do
país. A idéia é reunir, no mesmo bordado, a efervescência dos
ensaios da escola com frequência garantida de celebridades e
colunáveis , a melhor alternativa de passeio e badalação para
as noites paulistanas e o par perfeito para quem quer se divertir:
carne saborosa regada na mais deliciosa caipirinha. Durante os
ensaios da Império de Casa Verde, os camarotes terão atendimento VIP
com churrasco e caipirinha à vontade. "É um ambiente para trazer
toda a família para se divertir", destaca Júnior Marques. No prato,
a Picanha do Panettoni, churrasco a base de carne
Nelore
Natural, muito famosa e apreciada nos principais
leilões de pecuária de elite em todo o Brasil. "Churrasco é o jeito
brasileiro de comer carne. A Picanha do Panettoni é uma
especialidade capaz de deixar qualquer um com água na boca.
Combinação da melhor carne, jeito certo de cortar, assar e servir.
Realmente uma iguaria", reforça o sambista. No preparo da
caipirinha estará Ernesto Brito, idealizador do site
"caipirinha.com.br" e presidente do Caipirinha Club. "Limão taiti,
açúcar, gelo e cachaça branca de qualidade. Essa simplicidade é que
faz a magia de uma excelente caipirinha. Nesta avant- premiére,
serviremos caipirinha feita com cachaça Ipeguassú artesanal e
de fermentação natural". Brito vai deslocar para a quadra, o
Barmóvel, combinação de balcão, tonel de carvalho e geleira
deslizante sobre rodas. Coisa de cinema.
Anote aí:
O que: Happy Hour de
pré-lançamento do Espaço Império Grill Nelore
Natural. Quem: Somente para convidados. Quando:
18 de agosto das 19h30 às 22h30 (ensaios, a partir de setembro,
todas as terças, quintas e sábados). Onde: Quadra da
Escola Império de Casa Verde Av. Engenheiro Caetano Alvarez,
2042. Informações
adicionais: CONTATOCOM Jornalista
responsável: Miro Negrini (MTb 19890/SP) Pabx: 55 [15]
3224-1000 / http://www.contatocom.com.br/
Coordenação: William Parron / E-mail: parron@contatocom.com.br
Atendimento: Aline Cristine / E-mail:
aline@contatocom.com.br |
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Samba, caipirinha e música brasileira na
China
Por Larcy
Helena
Com a visita do
presidente Lula à China, em maio desse ano, as portas para o turismo
chinês ao Brasil abriram-se. O presidente assinou na China um
protocolo de intenções para que turistas chineses visitem o País.
Além da assinatura, foram realizados dois seminários de turismo na
China, que contaram com a presença de operadores, agentes de
viagens, representantes de companhias aéreas, empresas de eventos,
autoridades chinesas e a imprensa.
No momento, para que
turistas chineses saiam do país é necessário que o governo chinês
conceda a outros países o Status de Destino Aprovado. Essa concessão
ainda não foi dada ao Brasil, mas a previsão é de que o acordo seja
ratificado em novembro, quando o presidente da China, Hu Jintao,
visitará o País. Hoje, chineses podem visitar o Brasil apenas para
negócios através do convite de um brasileiro. Após a concessão, os
chineses poderão fazer turismo no Brasil.
Turismo chinês - De
acordo com informações do jornal Valor Online, no ano de 2002, 12,6
milhões de chineses visitaram outros países. Desse contingente,
apenas 13 mil tiveram o Brasil como destino. Ainda segundo o jornal,
a estimativa é de que em três anos o número de turistas chineses no
Brasil cresça 70%.
Com o intuito de
atrair turistas chineses e, também, fomentar o comércio nacional, a
Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) estará em
Xangai, de 25 a 28 de novembro com um estande do Brasil, na China
International Travel Mart (CITM), uma das maiores feiras de turismo
da Ásia. “Nosso objetivo é divulgar o Brasil para turistas chineses.
Dessa forma, também iremos fomentar o comércio brasileiro, que é o
nosso foco”, afirmou Richard Liu, gerente executivo da CCIBC.
Para mostrar o Brasil
na China, a câmara chinesa disponibilizará telões que passarão
documentários sobre diversos pontos turísticos brasileiros.
Espetáculos artísticos de dança, mostras fotográficas e do
artesanato brasileiro, exposição de produtos nacionais e degustação
de comidas típicas são outros atrativos do estande brasileiro.
“Queremos que o turista chinês tenha uma visão completa do Brasil,
para que ele possa conhecer as praias, mas também o Pantanal e
nossas metrópoles. Além disso, é imprescindível que mostremos o
melhor da cultura brasileira, para isso, nada melhor do que música,
shows e comida brasileira, como caipirinha por exemplo, para atrair
turistas” explica Liu.
A feira terá duração
de quatro dias. Nos dois primeiros, apenas profissionais do setor,
como agências de turismo da China, poderão participar. Nos outros
dias, a feira será aberta para todo o público. Além do Brasil,
países do mundo inteiro estarão na feira para tentar apanhar
turistas chineses. Em se tratando de China, uma pequena parcela
dessa população, pode fazer diferença em qualquer cidade
brasileira.
Para maiores
informações sobre a China International Travel Mart, em Xangai,
entre em contato com Camila Trindade, no email mktsp@ccibc.com.br.
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I Encontro
da Cachaça com a Viola e I Festival de Tira-Gosto do Extremo Sul de
Minas
Evento vai reunir produtores
rurais, empresários do setor e empreendedores da região que vêm na
produção da cachaça artesanal um ótimo negócio para a
exportação
A cachaça, bebida
destilada mais consumida no Brasil e a terceira no ranking mundial,
já é reconhecida como um produto de grande potencial de exportação
pelo governo brasileiro, com perspectivas de aumento significativo
nos próximos anos, gerando ações e incentivos à exportação. O I
Encontro da Cachaça com a Viola do Extremo sul de Minas é um
workshop que vai informar e discutir estratégias para produtores de
cachaça artesanal da região. Estarão presentes técnicos,
profissionais e empresários que fazem da “branquinha” um negócio
lucrativo. O evento organizado pela Estilo Propaganda e Marketing
Ltda., empresa ouro-finense editora do Jornal da Cidade e do site
Ouro Fino Online, conta com o apoio e parceria da Prefeitura de Ouro
Fino, da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Ouro Fino e
Rádio Difusora Ouro Fino. Na área técnica conta os apoios do
Sebrae-MG, da Federação Nacional das Associações dos Produtores de
Cachaça de Alambique – FENACA, da Agência de Promoção de Exportações
do Brasil – APEX-Brasil, da Associação Mineira dos Produtores de
Cachaça de Qualidade – AMPAQ, da Cooperativa dos Produtores de
Cachaça de Minas Gerais - Coocachaça, do Programa Mineiro de
Incentivo à Produção de Aguardente, do Sindicato dos Produtores de
Cachaça de Minas Gerais, do Banco do Brasil e do Clube Mineiro da
Cachaça. De acordo com o diretor comercial da
Estilo, Dorival Geraldo dos Santos Junior, o evento vai reunir
produtores de cachaça artesanal, médios e pequenos produtores rurais
– que vêem no plantio da cana oportunidade de aumento de renda -,
empreendedores e profissionais liberais da região. “O objetivo é
sensibilizar os produtores e os agricultores familiares para a idéia
da cooperação como meio adequado de organização comercial e
incentivar empreendedores a investirem na cachaça artesanal da
região apresentando o quem vem acontecendo nesse segmento em Minas”,
explica Dorival Junior. Outra razão do evento, segundo relata
ele, diz sobre o mercado consumidor que vem crescendo dia-a-dia e,
aumentar a competitividade e a profissionalização do setor são
fatores básicos para poder ingressar nesse segmento com um produto
de qualidade. “A cachaça artesanal da nossa região é de boa
qualidade, incrementar o desenvolvimento do setor e fomentar a
formação de cooperativas em comunidades onde a cultura da
cana-de-açúcar e a produção de cachaça são fonte de renda e trabalho
para pequenos e médios produtores são os principais objetivos do I
Encontro da Cachaça do extremo sul de Minas”, completa Dorival. O
evento acontecerá nos dias 19 e 20 de março de 2004, no Hotel
Fazenda Menino da Porteira, em Ouro Fino e pretende englobar a
participação de produtores e empreendedores da cidades de Bueno
Brandão, Inconfidentes, Ouro Fino, Jacutinga, Monte Sião, Borda da
Mata, Albertina e outras. Os organizadores já vem mantendo
contatos com empresas fabricantes de equipamentos para o setor que
estarão expondo seus produtos no local. Com presença
assegurada o diretor executivo da Fenaca, Murilo Albenaz, irá
palestrar sobre o tema: “Competitividade e exportação da
cachaça com base na cooperação.” Na próxima quarta-feira, dia 4 de
fevereiro, estarão sendo divulgados o programa de palestras que será
ministrado pelo Sebrae-MG. Mais detalhes
podem ser obtidos pelo telefone (35) 3441-6214 ou através do
endereço eletrônico: jcidade@hardonline.com.br |
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BEBIDA É A
SEGUNDA MAIS CONSUMIDA NO PAÍS
"Água que
passarinho-nao-bebe", "engasga-gato,"lágrima-de-virgem",
"levanta-velho", "urina de santo", são alguns dos vários nomes pelos
quais a cachaça, bebida tão brasileira, é conhecida no país. Sua
história remonta às primeiras décadas da ocupação. Sua importância,
além de cultural, é econômica e política: o beber e produzir cachaça
invadiu todas as esferas da vida privada e pública brasileira. Nos
idos do século 17, os jesuítas da Bahia já produziam a então chamada
"aguardente de cana". Demoraria um pouco para que se tornasse
conhecida como cachaça, termo que originalmente designava, nos
velhos engenho, apenas a espuma derivada da primeira fervura do sumo
da cana. Era então bebida de escravos. Nos dias úmidos e frios, o
duro trabalho nos canaviais tornava essencial a ingestão de uma dose
da "dengosa". Era também excelente lenitivo para cativos
adoentados. O trabalho nas Minas também não se fazia sem a
"branquinha", que mantinha aquecidos os escravos que ficavam horas
mergulhados nos rios, lidando com as bateias. Dizia-se que podiam
passar mal-vestidos e mal-alimentados, mas jamais sem um gole de
aguardente.Sua situação de gênero e primeira necessidade era tão
evidente que, em 1720, na vila de Pitangui, uma revolta quase
eclodiu quando o governo tentou dificultar seu comércio. A
cachaça não só auxiliava a produção, ao manter os escravos
laboriosos, como era essencial para a existência daquela força de
trabalho. Se o tráfico com a África dependida primordialmente do
escambo do tabaco, apoiava-se também na troca da aguardente
brasileira. Tanto assim quem em 1649, quando proibida a fabricação
do "vinho do mel de cana", por atrapalhar o comércio do vinho
português, houve grande reação de todos os que se beneficiavam do
comércio de escravos. Até 1661, quando o veto foi levantado, a
produção permaneceu estável, contando inclusive com a
conivência daqueles encarregados da administração colonial. O
interesse na produção da "imaculada", destinada inicialmente a
acalmar os ânimos dos escravos e a permitir o afluxo constante dessa
população, foi aos poucos ganhando novos horizontes. A bebida não
mais servia só para aquecer os cativos na lida, mas a qualquer um
que viajasse pelo país quando o tempo era inclemente. A facilidade
da produção e seus baixos custos faziam dela um gênero de primeira
necessidade. A facilidade da produção e seus baixos custos faziam
dela um gênero democrático. Não era necessário um grande engenho
para produzi-la, bastando uma engenhoca rudimentar. Em qualquer
encruzilhada, havia sempre alguém disposto a vender a "teimosa"para
os transeuntes. No século 19, sua produção e consumo já estavam
tão disseminado e identificados com a terra que a cachaça tornou-se,
então sinônimo de brasilidade. Na Revolução Pernambucana de 1817,
bem como nas lutas de Independência, brindar com vinho ou outra
bebida significava alinhar-se com o lado português. A situação
tornou-se tão extrema que, em certos lugares, não beber era
considerado pouco patriótico. Nas guerras Cisplatina, do Paraguai e
de Canudos, recomendava-se a ingestão de "januária"com pólvora, um
santo remédio para a falta de coragem. A cachaça, surgida
como remédio contra o frio e a umidade, foi aos poucos ganhando
outros usos. A farmacopéia popular, misturando-a a todo tipo de
ervas, recomenda seu uso para um sem número de doenças: picadas de
cobra, reumatismo, sífilis, maleita e outras. Até mesmo para o vício
da bebida dizia-se ser ela eficaz: ao bebedor renitente, nada como
aguardente com caldo de coruja ou areia de cemitério. A
"moça-branca" não ficaria de fora de um dos aspectos mais
importantes da vida do brasileiro: a religião. No Candomblé sua
presença e constante, especialmente nos despachos. O catolicismo não
foi menos influenciado pela "pindaíba". O folclorista Melo Morais
Filho registrou sua presença em um auto do ciclo de Natal, chamado
"Baile da Aguardente". São Benedito era catado nas trovas populares
com o "santo preto, que bebe cachaça e ronca no peito". A
invenção da "friinha" chegou a ser creditada a São Pedro. Santo
Onofre, São Plácido, São Martinho e São Jorge, desgostosos de
estarem alheios ao ritual da cachaça, tornaram-se dedicados
padroeiros. Se as misturas da "geribita" podiam curar tudo,
conseguiram também apagar o estigma com que nascera, de ser bebida
de pobre. O licor de jenipapo, bebida digna dos sobrados, fazia-se
pela combinação da fruta com o "espírito". No século 19, em casa de
um engenheiro inglês, servia-se uma mistura de aguardente, açúcar,
limão, canela e vinho do Porto. Os bares do Reino, no começo do
século vinte, Acostumaram-se a servir "uma patrícia com botões
dourados", ou seja"parati"com gotas de Bitter ou Fernet. Não a toa,
hoje, bar que se preze serve da boa caipirinha: a deliciosa mistura
de cachaça, limão e açúcar.
Mônica Duarte Dantas (especial
para a Folha de São Paulo) |
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CAIPIRINHA GARANTIDA POR LEI ABAIXO, PUBLICAMOS O DECRETO LEI QUE REGULAMENTA A
CAIPIRINHA
Decreto nº 4.072, de 3 de
janeiro de 2002
Dá nova redação aos arts. 81, 91 e 93 do
Regulamento aprovado pelo Decreto nº 2.314, de 4 de setembro
de 1997, que dispõe sobre a padronização, a classificação, o
registro, a inspeção, a produção e a fiscalização de
bebidas. Revogado pelo Decreto nº 4.851, de 2.10.2003.
O
PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art.
84, inciso VI, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei
nº 8.918 de 14 de julho de 1994, DECRETA:
Art. 1º Os arts.
81, 91 e 93 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 2.314, de 4 de
setembro de 1997, passam a vigorar com a seguinte
redação:
"Art. 81.
.......................................................
§ 4º
Caipirinha é a bebida típica brasileira, exclusivamente elaborada
com Cachaça, limão e açúcar.
§ 5º O limão de que trata o § 4º
poderá ser adicionado na forma desidratada." (NR)
"Art. 91.
Aguardente de Cana é a bebida com graduação alcoólica de trinta e
oito a cinqüenta e quatro por cento em volume, a vinte graus
Celsius, obtida de destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar ou
pela destilação do mosto fermentado de cana-de-açúcar, podendo
ser adicionada de açúcares até seis gramas por litro.
§ 1º
Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana
produzida no Brasil, com graduação alcoólica de trinta e oito a
quarenta e oito por cento em volume, a vinte graus Celsius e com
características sensoriais peculiares."(NR)
"Art. 93. Rum,
Rhum ouRon é a bebida com a graduação alcoólica de trinta e cinco a
cinqüenta e quatro por cento em volume, a vinte graus Celsius,
obtida do destilado alcoólico simples de melaço, envelhecido ou da
mistura dos destilados de caldo de cana-de-açúcar e de melaço,
envelhecidos total ou parcialmente, em recipiente de carvalho ou
madeira, conservando suas características sensoriais
peculiares.
§ 1º O rum deverá conter no mínimo trinta por
cento de destilados alcoólicos envelhecidos empregados na sua
elaboração, por um período não-inferior a um ano, expressos em
álcool anidro.
§ 2º O produto poderá ser adicionado de
açúcares até uma quantidade máxima de seis gramas por
litro.
§ 3º Será permitido o uso de caramelo para correção da
cor e de carvão ativado para a descoloração.
§ 4º O
coeficiente de congêneres não poderá ser inferior a quarenta
miligramas e nem superior a quinhentos miligramas por cem mililitros
em álcool anidro.
§ 5º O rum poderá denominar-se:
I -
rum leve (light rum), quando o coeficiente de congêneres da bebida
for inferior a duzentos miligramas por cem mililitros em álcool
anidro; II - rum pesado(heavy rum), quando o coeficiente de
congêneres da bebida for de duzentos a quinhentos miligramas por cem
mililitros em álcool anidro, obtido exclusivamente do melaço; III
- rum envelhecido ou rum velho, que é a bebida que tenha sido
envelhecida, em sua totalidade, por um período mínimo de dois anos."
(NR)
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua
publicação.
Brasília, 3 de janeiro de 2002; 181º da
Independência e 114º da República.
FERNANDO HENRIQUE
CARDOSO Márcus Vinicius Pratini de Moraes Publicado no D.O.U.
4.1.2002 |
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PINGA ARTESANAL, PASSO A
PASSO
1 - A cana-de-açúcar é moída em um
equipamento similar àqueles de caldo de cana, vistos nas
feiras livres
(quanto mais doce a cana, melhor).
2 - A garapa é
levada ao cocho de fermentação, onde passa uma noite fermentando sem
ajuda de produtos químicos.
3 - Já fermentada, a garapa
chega ao alambique propriamente dito, onde será fervida por seis
horas, vaporizando
4- O vapor escoa pelo capelo (parte
superior do alambique) até uma serpentina
5- Na serpentina, o
vapor volta à forma líquina, já pinga, saindo em uma bica direto
para o barril, onde fica até alcançar o teor alcoólico de 20
graus.
6- Descartam-se os primeiros e últimos 10% da
destilação e a cachaça já esta pronta para ser servida e
comercializada.
Mônica Duarte Dantas (especial para a
Folha de São Paulo) |
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| VEREADOR ANTONIO GOULART TEM A MAIOR COLEÇÃO
DE CACHAÇA DO BRASIL.
Antonio Goulart (PMDB) é vereador da cidade
de São Paulo e tem um hobby muito especial: há 30 anos ele é
apreciador da Cachaça, tendo em sua coleção, aproximadamente 27 mil
garrafas, compondo 6.500 marcas diferentes da bebida.
Tudo começou quando o vereador era proprietário de bar: "Guardei
aleatoriamente algumas marcas com nomes curiosos. Quando me dei
conta, tinha uma quantidade enorme, e passei a guardá-las como
hobby", conta Goulart. Em sua coleção há cachaças com mais de
80 anos de fabricação e marcas raras, como a Pixinguinha, de Duque
de Caxias, no Rio de Janeiro; Democrata, de Maroim, em Sergipe e a
exclusivíssima Pelé. "apenas dois colecionadores, no mundo todo, têm
essa marca e eu tenho a honra de ser um
deles". Para 2003, Goulart planeja abrir
oficialmente o Museu da Cachaça Goulart para apresentar ao público,
apreciador ou apenas admirador, mais sobre a cultura brasileira, já
que a cachaça faz parte da história do país, desde a época dos
escravos e dos engenhos. vereadorgoulart@ig.com.br
Assessoria de Imprensa Fábio Itasiki - Mtb
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ALGUMAS
CURIOSIDADES SOBRE A CACHAÇA.
Não cheire
antes a cachaça, pois o cheiro da cachaça pura dá tanta água na
boca, que na hora de tomá-la ela já não será mais pura.
Para saber se a cachaça é pura, posicione a garrafa contra a
luz. O líquido deve ser transparente. Vá adiante no teste da
qualidade e sacuda a garrafa. A espuma que se formar deve
desaparecer após 30 segundos. Um
copo de cachaça, com aproximadamente 300 ml, tem quase 700
calorias. A cachaça tem mais de 150 significados no
dicionário Aurélio. Entre os mais inusitados: água-de-briga,
borbulhante, cotréia, dindinha, filha-de-senhor-de-engenho,
jinjibirra, marafo, patrícia, xinapre, zuringa. O Decreto
4.702/02 assinado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso,
determina que só é denominada cachaça a bebida fermentada de cana
produzida no Brasil.
Números da branquinha
nacional
-
Produz-se 1,3 bilhões de litros/ano de caninha - Minas Gerais
produz 180 milhões de litros/ano - Em 2001, o Brasil exportou
mais de 11 milhões de litros - 60 países importam a pinga
brasileira
DADOS DE MERCADO - Resultados de
2001
- PRODUÇÃO / CONSUMO - 1,3 Bilhão De Litros, Gerando
Receita De Cerca De Us$ 500 Milhões. Este Número Vem Se
mantendo Estável Nos Últimos Anos.
EXPORTAÇÕES:
- 2001: 11.1 Milhões/Litros / Us$ 9
Milhões - 2000: 9
Milhões/Litros / Us$ 8,5 Milhões - Crescimento Médio Nos Últimos Anos: 10% /
Ano - Projeção Para 2002: 12.2 Milhões/ Litros - Projeção Até
2010: 42 Milhões/ Litros / Us$ 30 Milhões
( Fonte: PBDAC -
Programa Brasileiro De Desenvolvimento Da
Cachaça) |
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YPIOCA NEGOCIA EXPORTAÇÃO PARA A
RÚSSIA
Fonte : Investnews
- Gazeta Mercantil
O paladar russo
recebeu bem o sabor da cachaça cearense Ypióca, exportada em caráter
experimental para aquele país em setembro do ano passado. Poucas
semanas após o embarque,de cerca de 20 mil litros, uma empresa
sediada em Moscou, a SDLGelfa Company, solicitou contrato para
distribuir com exclusividade, por pelo menos três anos,o produto,
conforme a diretora-comercial do grupo Ypióca,AlineTelles. A
Ypióca é a maior fabricante, considerando apenas produção própria,
de aguardente do País, com capacidade instalada para 80milhões de
litros/ano. A meta da Ypióca é enviar, pelo menos, 60 mil litros
a cada ano para a Rússia. De acordo com Aline Telles, no entanto, o
volume é uma questão E não deve entravar a negociação- o grupo
cearense e o importador já têm agendada participação conjunta em uma
feira internacional( Prodex) em Moscou, prevista para fevereiro.
Vendas de versões diferentes, segundo Aline Telles, devem ser
exportadas para a Rússia várias versões da Ypióca. Até o final do
ano passado,a empresa, com tradição de 156anos no mercado, tinha um
portfólio com nove variações - de embalagens de envelhecimento
- da marca Ypióca; quatro versões com o rótulo Sapupara; outra
bebida feita a partirdo caju (Acayú); caipirinhas prontas em três
sabores; a catuaba e a Cachaça Rio, concebida exatamente para a
exportação. O grupo também atua na produção de embalagens(PET, PVC e
papelão) e nos ramos da agricultura e pecuária. A iminente
consolidação do mercado russo faz parte de uma estratégia
relativamente antiga da Ypióca para colocar sua marca no mercado
internacional. A primeira experiência ocorreu em 1968, com embarques
para a Alemanha - considerado, hoje, o maior consumidor europeu de
aguardente. Desde então, o grupo cearense vem participando
ativamente de feiras internacionais de alimentos e bebidas e, por
conta desse esforço, tem hoje uma carteira
com 22 países
importadores. Investida na Austrália Destacam-se entre os
importadores Chile,Argentina, Estados Unidos, países do leste
europeu, Israel,Índia, China, Japão, Grécia e Cingapura.A mais nova
investida da Ypióca,segundo Aline Telles, é a Austrália. "Em
dezembro realizamos embarques,alguns via aérea, porque eles
manifestaram pressa em ter o produto para as festas do Ano
Novo",disse Segundo a diretora da Ypióca, a aceitação da cachaça
brasileira é muito boa no exterior, apesar do preço relativamente
alto para o consumidorfinal - chega a custa até US$ 35 o litro. "A
caipirinha já é um símbolo brasileiro, como o samba ou o carnaval.
Várias publicações especializadas a consideram o drink deste novo
século", comenta. A Ypióca atualmente reserva 3% da sua produção
para exportação. A meta da empresa para este ano é aumentaras vendas
para o mercado externo em 40% . |
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