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Pitu apresenta sua nova cachša nobre, a Vitoriosa



 

 

Para fechar as comemorações dos seus 75 anos de vivências, emoções e muita história, a Pitú encerra o ano de 2013 com o que há de melhor em seus barris, a Vitoriosa. O lançamento da cachaça extra premium é um presente da marca pernambucana a seus fieis bebedores e uma celebração ao seu momento mais nobre, o agora.
Elegante, sofisticada e eclética, a Vitoriosa é resultado de uma tradição que já está na quarta geração. De forma refinada, ela surge em edição limitada para dar aos consumidores o gostinho da reserva especial que as famílias Ferrer e Cândido Carneiro ofereciam a amigos ilustres e convidados que visitavam a Pitú. Ideal para ser consumida em grandes comemorações, reuniões com melhores amigos ou momentos solitários de reflexão sobre a vida, a bebida que era guardada em segredo passou a ser bastante apreciada por um grupo seleto, o que levou então a Pitú a cogitar a possibilidade de oferecê-la ao mercado. 
Com esse plano em mente, a produção da Vitoriosa teve início há mais de cinco anos para chegar aos consumidores no momento perfeito. 

Processo de produção e comercialização

A produção e o envelhecimento da Vitoriosa segue um processo longo e detalhado. Para chegar ao nível de qualidade da bebida, tudo se inicia com a rigorosa escolha das cachaças que vão compor o blend. Esse trabalho aguçado de mistura de cachaças é fundamental para que as reações químicas de oxigenação entre os componentes da madeira e da cachaça ocorram em condições ideais.
Em quantidade limitada, o primeiro lote de 9 mil garrafas francesas com tampas de cortiça portuguesa, chegam inicialmente aos estados do Nordeste. Com uma sofisticação que a Pitú ainda não havia oferecido ao mercado, a Vitoriosa está sendo considerada o produto conceito da marca pernambucana. “Em termos de cachaça, ela é totalmente diferenciada e vem para mostrar as várias maneiras de se produzir e consumir esse tipo de bebida”, comenta Alexandre Férrer, diretor Comercial e de Marketing. 
Armazenadas em barris de carvalho francês, de 180 a 200 litros, o envelhecimento da cachaça ocorre por no mínimo cinco anos para que haja finalização das reações. Após esse período, a bebida é transferida para barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial do produto através do refinamento e da harmonização de aromas e cor.
Resultado do que a Pitú tem a oferecer de melhor ao mercado, a Vitoriosa será comercializada também em uma embalagem especial para colecionadores. Em tiragem de duas mil unidades, esse produto exclusivo estará disponível para venda nos melhores bares e restaurantes do Nordeste. A partir de 2014, a Vitoriosa segue gradativamente para ser comercializada em todo o Brasil e, inclusive, no exterior. Pedidos para os Estados Unidos já estão garantidos.
    
Características sensoriais e harmonização

    Como tempo e qualidade são a essência da Vitoriosa, o envelhecimento em barris de carvalho francês não é um mero detalhe. Por possuir excelente complexidade sensorial, esses barris transferem à bebida um sabor aveludado e aroma marcante, com notas de especiarias como coco queimado e baunilha. Ao ser transferida para descansar em barris de carvalho americano, o sabor fica ainda mais refinado e seu aroma final adquire toques de canela e ameixa, exalado junto ao perfume da madeira.
    Com 39% de vol., a Vitoriosa é uma delícia aos paladares mais exigentes que apreciam uma bebida de alta qualidade.  Por ser eclética, além de poder ser consumida pura, em temperatura ambiente ou on the rock, pode ser harmonizada com diferentes comidas. De forma suave e agradável, funciona bem como aperitivo, acompanhamento de prato principal ou sobremesa, como digestivo, e para uma deliciosa caipirinha. 

 

Fonte: Portal Neuronio, adaptada

Historia da Caipirinha



Alguém curioso em saber a história da Caipirinha?

A cachaça, o “coração” da Caipirinha, é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.
Ocorre que, por vezes, o caldo desandava e fermentava, dando origem a um produto que se denominava cagaça e era jogado fora, pois não prestava para adoçar. Alguns escravos tomavam esta beberagem e, com isso, trabalhavam mais entusiasmados

Mas com o passar dos tempos e o aprimoramento de sua produção, acabou atraindo novos consumidores de várias classes sociais e a ter importância econômica no cenário do Brasil colônia. Tal fato tornou-se uma ameaça aos interesses portugueses, pois a bagaceira bebida típica de Portugal e feitas a base das sobras da vinificação passou a ser menos consumida e importada na colônia, enquanto a cachaça saia das senzalas dos escravos e se introduzia não apenas nas casas dos senhores de engenho, mas também nas dos ricos portugueses que por aqui viviam.
Diante desta realidade, a venda da cachaça chegou a ser proibida na Bahia em 1635, sendo que em 1639 deu-se a primeira tentativa de impedir o seu fabrico no Brasil. Na época da transmigração da corte portuguesa em 1808 para o Rio de Janeiro, a cachaça já era considerada como um dos principais produtos da economia brasileira. Em 1819 já se podia dizer que a cachaça era a aguardente do país.

Mas quando é que nome de caipirinha teria sido usado pela primeira vez para rotular este cocktail?

Caipira era o termo usado pelos paulistas que designava o habitante do interior e que segundo o dicionário de vocábulos brasileiros de 1889 aparentemente teria originado do tupi, "Caipora" ou "Curupira". Caipora em uma tradução literal do tupi significa "habitante do mato". Curupira é um ente fantástico da mitologia popular brasileira, um demônio que vagueia errante pelo mato com os pés voltados para trás. A cachaça misturada a alho e limão macerados e adocicado com mel silvestre era tido popularmente como um santo remédio na cura de gripes e resfriados.

Talvez aqueles que abusavam deste santo remédio acabavam vendo, valorizados pela mitologia nacional "Curupirinhas" à sua volta, e tivesse surgido daí o nome da bebida “caipirinha”. A bebida passou de remédio para cocktail, quando se trocou o mel pelo açúcar, retirou-se o alho da mistura e manteve-se o limão macerado, a cachaça, além de acrescentar o gel a mistura.

Bebida de sabor ácido, aroma cítrico e paladar agradável dando água na boca, a Caipirinha entrou em 1997 para o seletíssimo grupo de cocktails da I.B.A - International Bartender’s Association, sendo assim divulgada para mais de 50 países e oferecida nos principais cardápios de bares e restaurantes mais famosos do planeta,preparadas pelos maiores mestres da arte da coquetelaria

Bebida versátil e dependendo da maneira como é preparada podendo ser consumida a toda hora, seja como APERITIVO (mais acida com maior quantidade de cachaça e limão e menos açúcar), REFRESCANTE (com menor volume de cachaça e maior de açúcar, limão e gelo) ou até mesmo como um ótimo DIGESTIVO (mais cachaça, açúcar e menos limão) está se tornando um hit entre todas as camadas sociais. Homens e mulheres,jovens e velhos, pois além da versão mais tradicional tem sido feita nas mais diversas variações de frutas tropicais ou exóticas, tendo como pano de fundo, milhões em investimentos para melhorias nos seus processos de fabricação industrial e embalagens modernas.Isto além de ser divulgada nos principais meios de comunicação como jornais, revistas, televisão, com campanhas publicitárias milionárias comandadas pelas maiores agências de publicidade brasileiras e por grandes nomes de nossa publicidade, atraindo a atenção de todo o mundo,. isto tudo sem jamais perder seu sotaque, simplicidade,alma e suas origens popularmente brasileiríssimas.

CAIPIRINHA...Ô COISA BOA!

Caipirinha Ú a bebida oficial da Copa!



Você sabia que a Caipirinha será a bebida oficial da Copa??
Caipirinha will be the official drink in the World Cup!

"A caipirinha está sendo lançada como a bebida oficial da Copa de 2014. A ideia é lançar a bebida como o “welcome drink”, ou drinque de entrada de boas-vindas para os turistas no país. “Em vez de brindar os hóspedes nos hotéis com champanhe, vamos receber com nossa caipirinha..... Espera que os 600 mil turistas aguardados na Copa se tornem os futuros “embaixadores” da bebida pelo mundo. Em convênio com o Senac, o Centro Brasileiro de Referência da Cachaça prepara projeto para introduzir a carta de caipirinha e de cachaça, a exemplo da carta de vinho, frente ao setor hoteleiro, bares e restaurantes das 12 cidades-sede da Copa do Mundo."

Fonte Portal 201